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Os artesões do arame, da Bolívia, do índio, do Brasil…

06/09/2009 - 2:16 · Deixe um comentário

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São diversas as obras feitas de arame, nas cores prateada e dourada, que o artesão Jairo Teixeira, apresenta no Pavilhão de Produtos e Artesanatos da Expointer.

Num belo dia ele resolveu inovar na sua arte e há cinco anos ele molda os finos arames transformando-os em imagens que remetem á cultura do país ao unir as baianas trabalhadoras e os gaúchos tocadores de sanfona. Há também os bichos, como a aranha, escorpião e borboleta, num capricho visível que traz um pedaço da Amazônia.

Ao explicar o talento o artesão se diz autodidata e complementa orgulhoso: “Aprendi sozinho como todo artista”. 

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Não é  para menos que numa feira tão grande o que mais se encontra é novidade. No mesmo pavilhão é fácil se deparar com os blusões de lã feitos pela tecelã que invoca a antiga tradição da tecelagem.

Não só o Brasil é visto. Em alguns estandes é possível conhecer um pedaço de outros países como a Bolívia que trouxe seus instrumentos musicais como a ‘sampoña’, e as típicas roupas coloridas da tradição Inca, além de toucas e o famoso chapéu-coco.

A arte indígena também marca presença nos brincos de pena de pavão e braceletes feitos de palha, e, claro, o artesanato rústico e tradicionalista gaúcho não poderia faltar. 

A musicalidade orquestrada pela Brigada Militar

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“Não é  para menos que o objetivo de usar a música como meio de comunicação funcione”, argumenta o maestro Adriano Oliveira, da orquestra de Novo Hamburgo, que entoa músicas há 112 anos.

Oliveira é quem rege com as mãos os mais de 100 músicos que ajudam á “abrilhantar” o evento. Para o maestro é necessário que exista uma integração com o público. E, além de divulgar e incentivar a cidadania, a música desmistifica a idéia de que a Brigada Militar só serva para prender ou repreender.

O público era grande para assistir a orquestra que fez questão de tocar ‘Thriller’, de Michael Jackson, em homenagem ao tão demorado e final enterro do astro pop. O repertório, cheio de estilo e diversificado, inclui da MPB ao extravagante Axé, de Ivete Sangalo. Ao total foram 35 músicas que ecoaram pelo Parque de Exposições Assis Brasil.

O talento pode ser ouvido de longe nos sons da flauta, saxofone, trompete, clarinete, tambor e bateria. O show tem duração de quase uma hora e é presença garantida desde a primeira edição da Expointer.

Para quem quiser, amanhã tem mais!

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